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Gás natural veicular (GNV) é um combustível disponibilizado na forma gasosa, a cada dia mais utilizado em automóveis como alternativa à gasolina e ao álcool.

O GNV diferencia-se do gás liquefeito de petróleo (GLP) por ser constituído por hidrocarbonetos na faixa do metano e do etano, enquanto o GLP possui em sua formação hidrocarbonetos na faixa do propano e do butano.

A queima do GNV é mais lenta que a da gasolina e isso faz com que haja uma demora na queima da mistura ar/GNV, comparado ao tempo da mistura ar/gasolina. Isso requer um adiantamento na ignição para compensar. Nesse caso são usados “variadores de ponto da ignição” que forneceria uma fagulha antes do que normalmente acontecia, dando mais tempo para o GNV queimar. Estes dispositivos são módulos eletrônicos que adiantam o momento da centelha ocorrida nas velas. Uma outra forma também empregada, de forma menos frequente, é a injeção calculada de combustível, em quantidade bem pequena, junto com o GNV, que acelera a ignição do GNV corrigindo o atraso natural de ignição do mesmo, processo

que é feito também por um módulo eletrônico denominado Mobmix. Se aproveita a agilidade da gasolina em se queimar, em relação ao GNV, para acelerar a queima do GNV.

Além disso o GNV aguenta uma taxa de compressão maior que a gasolina sem detonar, desta forma, deveriam aumentar a taxa de compressão, caso que nunca acontece, em se tratando de veículos Biflex. O motivo seria que a nova taxa de compressão é adequada ao GNV, mas não ao outro combustível (álcool/gasolina). Com isso se mantém o motor compatível aos dois combustíveis, mas se perde o rendimento superior que um motor usando taxas de compressão maiores traria e que o GNV permite (carece fontes). Isso deixa o GNV subutilizado.
Desvantagens

Trincas no cabeçote: devido a maior pressão no sistema, aumenta a possibilidade de surgir pequenas fissuras. Matenha o motor sempre regulado e siga as recomendações das empresas de conversão.

Maior desgaste dos cabos de vela: por serem mais exigidos, a vida útil pode cair de 30.000 km para 15.000 km. Por isso, é que existe no mercado até algumas velas específicas para uso

Travamento das válvulas: como os cilindros trabalham com um combustível seco, a falta de lubrificação pode causar avaria. O ideal é usar gasolina ou o álcool por 3 a 5 km todos os dias.em carros a gás.

Envelhecimento da gasolina: com o gás, o motorista nem lembra mais que tem combustível líquido no tanque. Só que ele não sabe que a gasolina envelhece, perdendo quase todas as suas propriedades após três ou quatro meses parada. Se for rodar pouco, prefira andar com o tanque na metade, ou até menos, em vez de enchê-lo toda vez que for ao posto. Assim você terá sempre gasolina fresca no tanque.
Vantagens

Limpeza da injeção: por ser um combustível mais limpo, o gás não deixa acumular resíduos nos bicos injetores.

Aumento da vida útil do óleo: já que não há contaminação do lubrificante, o prazo de troca pode aumentar 1000 ou 2000 km.

Aumento da vida útil do escapamento: não há o acúmulo de água proveniente da gasolina e do álcool, por isso, o sistema dura até 20% a mais do tempo.

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